Taiwan, Uma Surpresa – Continuação

O museu que visitamos após o templo taoísta se chama Buddha Memorial Center, e terminou de ser construído em dezembro de 2011. É um espetáculo de grandiosidade!

Museu do Buddha - Que Imponência
Museu do Buddha - Que Imponência

Nas paredes do museu, desenhos lindos:

Desenho na Parede
Desenho na Parede

Ju Hui, na foto abaixo, é uma das três pessoas que me buscaram no aeroporto. Ela e todos os outros me acolheram e cuidaram de mim como há muito tempo não era cuidada! Tive que praticamente brigar com eles para não me levarem no aeroporto na hora da partida!

Eu e Ju Hui
Eu e Ju Hui

Taiwan me surpreendeu por diferentes razões. A primeira e mais significativa foi a simpatia das pessoas. Sim, de fato não conheci muita gente. Mas todas que conheci, SEM EXCEÇÃO, foram uns amores! Uma delas, uma menina de 10 anos chamada YunYun, me conquistou! Toda curiosa com a gringa (eu), olhava para mim, esboçava um inglês e ria envergonhada! Vejam que doçura:

Yun Yun
Yun Yun

De Chiayi peguei o trem de alta velocidade e, depois de 1 hora e meia, a 300km/h, cheguei em Taipei. O trem: altíssimo nível. E esta compõe a segunda razão da minha supresa. Taiwan reúne o melhor dos dois mundos: uma mistura saudável entre o ocidente e o oriente, entre a modernidade e a história. O país carrega uma cultura e tradição chinesas, mas ao mesmo tempo não se fechou ao resto do mundo como a China. Lá muitos falam inglês, lá as pessoas, assim me parece, têm uma mente mais aberta, lá existe liberdade de expressão e de pensamento. Em Taiwan não me senti tão “diferente” como na China.

Em Taipei não tive como não visitar um dos cartões-postais da cidade: o arranha-céu Taipei 101. Até 2010 era o prédio mais alto do mundo, mas perdeu seu posto para outro (em Dubai, claro). Com 449m, hoje ele é o terceiro mais alto do mundo, e foi construído de forma a simular o crescimento de um bambu!

Taipei 101
Taipei 101

Após visitar o Taipei 101 e sua maravilhosa loja de livros em inglês, fui ao National Palace Museum, um museu simplesmente es-pe-ta-cu-lar! De tirar o chapéu. Ele reúne a maior coleção de artefatos chineses do mundo. São 8.000 anos de história chinesa concentrados em Taipei. Antigamente este museu ficava dentro da Forbidden City em Beijing. Mas, em 1931, com receio de que ele caísse nas mãos dos japoneses, Chiang Kai-shek ordenou que seu conteúdo fosse transportado a Taiwan.

National Palace Museum
National Palace Museum

Infelizmente não planejei muito tempo em Taiwan, na mesma noite já tinha vôo marcado. Não pude explorar o museu como gostaria e fiquei com gostinho de “quero mais, muito mais”! Taiwan merece muitos mais dias, no mínimo 2 semanas! Certamente voltarei para ficar mais! Quem se animar de se aventurar por essas bandas e quiser companhia, pode me chamar que eu vou!

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6 Responses to Taiwan, Uma Surpresa – Continuação

  1. Marcia Barros says:

    não é a marcinhaaaaaaaaaa! sou eu, a chris! hehe
    estou na sala da marcinha, no pc da marcinha, no email da marcinha, pra te dizer que nós já somos candidatas a te acompanhar a taiwan na sua volta! 😉
    saudades,
    beijos!
    chris e marcinha.

  2. Willy Chen says:

    Hahahá, finalmente, alguém unicerjenses conheceu minha terra natal.
    Meu irmão Wen-San mora em Taipei, ele fala português, podia ter te recebido.
    Eu saiu de lá 1971. Esse museu que esta na foto eu mergulhei durante 3 anos de faculdade.
    E conclui que nossa vida é curta, tem que concentrar estudar só um item, e olha lá.
    Mas pelo meno nossa Chantal passar Taiwan como uma brisa primavera. Valeu.
    Willy 0315.1612

    • admin says:

      Willy, você estudou o que?! Puxa, 3 anos nesse museu?! Que máximo!!! Não quer ser nosso guia em Taiwan, não?!?! Se a gente agitar um pessoal pra visitar o país você não se anima de guiar a gente?! Não tou falando de brincadeira, não!!!

      • Willy Chen says:

        Hehehê, claro. Com muito honra. Podemos começar planejar.
        Minha faculdade é “Chines Cultura University”, lado museu 20 minutos, outra montanha, Yang Ming San, residência Chang Kai Shie.
        Saiu de lá tinha 23 anos, e estou 41 anos aqui no Brasil.
        Sou mais Brasileiro do que Taiwanese. Estudo turismo, através cada peças do museu explicamos a histórias. E de cada 3 meses trocando peças, leva 20 anos para expor completos. Voltei Taiwan três vezes durante esses anos. Desde minha mãe daqui comigo nunca mais viajo. Eu não terminar ultimo ano faculdade porque Nixon quer reconhecer China e posso perder o visto de ir U.States e outros países, professor perguntou na aula, vocês alguém já viajou fora do pais? Ninguém levantava a mão. Fiquei muito vergonha. Assim meu irmão comprou passagens ( ele é engenheiro civil de Hidroservice – construtor Itaipu ) eu sai correndo, e até hoje. Hahahâ. 29/03/2012

        • admin says:

          Willy! Sensacionais suas histórias! Você tinha que escrever um livro, sabia?!
          Eu não sabia que você já tinha mais que o dobro de tempo no Brasil que no Taiwan!
          Dou muita força pra gente marcar um grupo pra ir pra lá! Poderíamos subir Ali Shan, visitar o museu, comer XiaoChi… hmmm, só de pensar já fico toda animada!!!
          Beijo grande!

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