Do Laos Ao Camboja

O Laos é um dos destinos mais procurados entre aqueles viajantes que buscam “uma onda diferente”. De fato, não são poucas as vezes em que oferecem aos estrangeiros,  sussurrando, alguma droga. Em alguns lugares, no entanto, as ofertas não são tão dissimuladas, como em 4.000 Islands. Lá, em alguns restaurantes existe o que eles chamam de “Happy Menu”. Seja lá o que você pedir, sempre tem a versão “Happy”: paga-se uma diferença e eles preparam sua comida ou bebida com “um ingrediente especial”, para que você saia “bem feliz”!

Happy Menu
Happy Menu

Minha despedida do Laos também foi feliz. Mas optei por um ingrediente mais convencional: passeio de caiaque! Passamos o dia remando nas águas do Rio Mekong, e pudemos ver os Golfinhos Irrawaddy, uma espécie que está ameaçada de extinção.

Golfinho Irrawaddy
Golfinho Irrawaddy

Antes de ir, a última alvorada no país:

Alvorada Em Don Det
Alvorada Em Don Det

De lá, eu e outros tantos turistas partimos para a fronteira com o Camboja, bem pertinho de onde estávamos. A idéia era cruzar a fronteira e seguir viagem para Siem Reap, a cidade base para visitação do gigantesco sítio arqueológico “Angkor”. Tudo correndo bem, até às 18h deveríamos concluir o trajeto. Mas alguns contratempos, no entanto, nos fizeram chegar somente às 02:30h da madrugada do dia seguinte!

Ao invés de pegarmos um ônibus da fronteira diretamente ao nosso destino final, fomos primeiro para Phnom Penh, a capital do país, que fica a 5 horas de Siem Reap, e só de lá pegamos um outro ônibus. O pior é que até agora não sei o porquê desse trajeto esquisito, e não temos muito para quem perguntar. Minha suspeita é que algumas estradas ficaram prejudicadas com as enchentes da semana passada.

Siem Reap me surpreendeu. Aliás, Camboja me surpreendeu! Minha imagem era de um país tal qual o Laos. Mas, como eles dizem por aqui: “Same Same, But Different”! Tem muita coisa parecida, sim: arrozais, pobreza, monges, templos, búfalos, tuk-tuks, lambretas e bicicletas, etc. Mas confesso que achei o país mais organizado e menos abandonado. As pessoas, também as achei bem mais simpáticas! Além de que muitas (realmente muitas!) falam inglês, o que permite um outro nível de comunicação.

Siem Reap, por sua vez, é aquela típica cidade dessa região, meio confusa, barulhenta, com trânsito complicado, poeira por todo lado… mas ao mesmo tempo a cidade tem uma ordem dentro desse caos. E, de fato, a cidade tem de ser mais organizada: ela recebe anualmente mais de 2 milhões de turistas!!! Quase todos, exclusivamente para conhecer as belíssimas e instigantes ruínas de Angkor, que serviu como base do antigo Império Khmer, algumas centenas de anos atrás. Mais sobre Angkor, no próximo post. Por agora, algumas imagens…

Em Angkor
Em Angkor
Em Angkor
Em Angkor
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